Segunda-feira, 17 de Outubro de 2016

ROTEIRO DE UMA VISITA AOS ESTADOS UNIDOS E CANADÁ

ROTEIRO DE UMA VIAGEM AOS ESTADOS UNIDOS E CANADÁ

 

 

 

A – Itinerário da Viagem, com a duração de 2 semanas (2013)

Lisboa>Newark >Nova York>Estado de Connecticut>Boston>Montes Apalaches>Estado de New Hampshire>Estado de Vermont>Québec>Montréal>Otawa>Brockville>Mil Ilhas>Toronto>Niagara Falls>Estado de New York>Estado de Pensilvânia>Washington D.C.>Philadelphia> Nova York>Lisboa

 

B – Notas de Viagem

1 – Chegados à cidade de N.York (via aeroporto de Newark), situada na ilha de Manhattan, fez-se uma breve visita panorâmica, de autocarro, à famosa metrópole americana.

Passagem pela avenida Madison, atravessando o bairro Harlem. Ao longo das avenidas, vemos muitas e famosas lojas especializadas em diversos artigos, especialmente artigos de luxo.

Na rua, circulando a pé, vemos alguns afro-descendentes ou afro-americanos, com trajes do século XVIII e com a Bíblia na mão. É que a igreja anglicana tem muita importância para estes afro-americanos.

Saindo da ilha de Manhattan, e atravessando a ponte “Madison Bridge”, sobre o rio Este, avista-se em seguida o porto, na Baía de Nova York. Continuando a visita panorâmica, segue-se em direcção ao bairro Bronx, que é uma área suburbana industrial.

Quase todas as estradas apresentam um piso irregular e isso deve-se, segundo nos revelou o guia local, ao facto de essas estrada estarem frequentemente sujeitas a muitas obras subterrâneas, para distribuição de inúmeros cabos, para além de obras no transporte subterrâneo, o metro. De salientar, que o complexo metro de Nova York é o mais antigo do mundo.

Vemos que as indicações das medidas nos EUA são muito diferentes: Graus Fahrenheit, onça, pés, milhas, etc.

O guia também nos informa que os EUA têm cerca de 317 milhões de habitantes, sendo as zonas mais densamente povoadas o estado de Nova York e a Califórnia.

Continuando a viagem, atravessa-se a região da Nova Inglaterra, pelo histórico estado de Connecticut. Foi neste estado que foi elaborada a primeira Constituição Americana.

Actualmente, Connecticut é um estado muito próspero, com pouco desemprego, e onde os salários mínimos anuais variam 15 a 50.000 dólares.

2 – Passagem pela região dos 4 Lagos, entre Massachusetts e Boston.

Boston é a capital do estado de Massachusetts, na região da Nova Inglaterra. Visita panorâmica pela zona histórica e lugares mais emblemáticos da cidade: Porto New Haven, Praça Copley, Edifício Hancock, Prudential Center, Biblioteca Pública, bairro Back Bay, mercado Quincy e Universidade de Harvard.

Boston é a meca americana das seguradoras e das universidades, sobretudo as universidades ligadas à investigação médica. Há aqui uma preocupação com o sistema de saúde para todos. Aqui, não são só os ricos que beneficiam da protecção da saúde.

Boston é uma cidade dinâmica e jovem, com muitos colégios superiores e várias universidades. É o expoente máximo da educação superior da América, é a cidade das inovações, das experiências tecnológicas e científicas. Por exemplo, calçado ortopédico para caminhar (“New Balance”) e roupa desportiva muito especial, foram aqui concebidos.

O famoso IMT (Instituto Técnico de Massachusetts) está aqui sedeado. O primeiro estádio de basebol americano foi construído em Boston.

Boston está dividida pelo rio S. Carlos. Parte da cidade antiga foi ganha ao rio. Do outro lado, está a cidade de Cambridge.

Sobre as origens de Boston, conta-se que, em 1630, vários peregrinos de origem inglesa, os “puritanos”, saídos da Holanda, à procura da liberdade de culto, desembarcaram perto de Boston, no mítico barco “Flor de Maio” e tentaram construir uma cidade que lhes lembrasse a sua Inglaterra. E daí, deriva a designação de “Nova Inglaterra”.

O centro histórico de Boston, a ambiência e a paisagem humana multifacetada fascinam qualquer viajante. As marcas históricas antigas acompanham as marcas contemporâneas.

De salientar, ainda no centro histórico, a igreja episcopal do século XVIII, anglicana, de estilo barroco. Em frente, a Biblioteca Pública mais antiga da América, fundada em 1778.

Muito perto da praça Copley, pode-se ver ao lado destes edifícios históricos, a torre mais alta de Boston, resplandecente com os seus vidros espelhados. É um arrojado edifício, construído na década de 70, do séc. XX, por uma companhia de seguros.

Na cidade, circulam carros turísticos, algo estranhos. Trata-se de carros anfíbios, do tempo da 2ª Guerra, transformados para o turismo. Outros pontos de interesse para observar são a basílica e a biblioteca da religião “cristianismo científico” ou “ciência cristã”. Por baixo da praça

 

da “ciência cristã”, com um enorme espelho de água, há um parque de estacionamento que dá para 1.000 carros.

Boston é a cidade, por excelência, da cultura e da ciência dos EUA. Para além de muitos colégios privados, tem 65 universidades. Recebendo centenas de milhares de estudantes de várias nacionalidades, o que traz muito dinamismo à cidade.

No Quincy Market, há sempre animação de rua, com música e acrobatas. Também é interessante ver o mercado das frutas e o “Market Place”.

Relativamente à população, Boston tem cerca de 643.000 habitantes, só na área metropolitana.

Boston é a cidade mais europeia e cultural dos EUA, por influência inglesa.

3- Atravessando o rio S. Carlos, entra-se em Cambridge. Algumas ruas de Cambridge foram tiradas ao rio, no século XIX.

Há várias pontes sobre este emblemático rio de Boston. A mais conhecida é a Ponte do Sal e da Pimenta, por fazer lembrar um saleiro.

Em Cambridge, o edifício mais notável é o IMT (Instituto Tecnológico de Massachusetts). Foi fundado em 1861 e é o expoente máximo em investigação cientifica e tecnológica. Aqui aconteceram invenções importantes, como por exemplo, a bomba atómica, o cartão de crédito, a Internet (que no início só era usada pelo Governo americano), a câmara polaroid, a pílula anticoncepcional, etc…

Para o prestigiado “Laboratório de Engenharia” do IMT, vêm estudar cientistas e investigadores de todo o mundo.

Cambridge tem mais de 600.000 pessoas, das quais 60 a 70% estão ligadas à educação ou tecnologia.

4 – Depois de visitar Cambridge, o visitante poderá seguir em linha recta para Harvard.

Foi na famosa Universidade de Harvard que o presidente Obama estudou.

A Universidade de Harvard foi fundada no século XVII, em 1636, pelo clérigo John Harvard. A sua estátua encontra-se em frente ao edifício principal da Universidade.

 

A Biblioteca da Universidade, datada de 1914, tem milhões de livros, que ocupam vários quilómetros de estantes.

O centro universitário de Harvard, tem 100 bibliotecas e 7 museus.

Vários presidentes da América do Norte e da América do Sul estudaram aqui. Bill Gates e o criador do Facebook também estudaram na Universidade de Harvard.

Boston é, na verdade, uma cidade muito especial para os americanos.

O primeiro Jardim Botânico dos EUA, assim como a primeira escola secundária pública, foram instituídos em Boston.

5 – Continuando a nossa viagem de autocarro, seguimos em direcção ao Norte, através da região da Nova Inglaterra. Passando pelos estados de New Hampshire e Vermont, chega-se à fronteira do Canadá, rumo a Québec, situada na margem do rio de S. Lourenço.

A paisagem muda gradualmente, as cores da natureza são mais intensas. A beleza da natureza é mais intensa. No Canadá, em finais de verão, a paisagem é maravilhosa. A vegetação é abundante, cheia de tonalidades e variadas cores. Na flora, sobressai o plátano, árvore emblemática do Canadá, com muitas formas de aproveitamento. A madeira do plátano é preciosa. Para além de servir para a construção e lenha, também é aproveitada para fazer doce, manteiga, caramelos, etc.

Ainda com base nas informações dadas pelo guia presente nesta viagem, o Canadá para além das madeiras, produz muitas peles, sobretudo a partir do castor, que é o animal típico da fauna canadense, e também do bisonte. Os linces, os ursos negros , os alces, os veados , os javalis, as lontras e os esquilos fazem parte da abundante fauna do Canadá.

Como se pode ir observando, ao percorrermos centenas de quilómetros, o Canadá é muito rico em água, com inúmeros rios e lagos. Segundo nos foi dito, a água é gratuita no Canadá. Aliás, um quarto das reservas de água do planeta está no Canadá! O país é muito vasto, com fraca densidade populacional.

6 – Passagem ao lado dos Montes Apalaches, vislumbrando o Monte Washington, perto do Canadá. Este monte é o ponto mais alto dos EUA.

Na região dos Montes Apalaches, há pistas de gelo durante o inverno. Há também parques nacionais, sempre verdejantes, com lagos formados pelo degelo.

No estado New Hampshire, encontram-se várias pistas de patinagem, para a prática de jogos de inverno, nomeadamente o hóquei no gelo.

A seguir, passa-se pelo estado de Vermont (vert+mont, montanha verde). Vermont foi fundado pelos franceses, daí o topónimo de origem francesa.

De salientar, que grande parte do Canadá foi fundado por jesuítas e outros católicos franceses.

 

Por isso, ainda restam algumas marcas históricas dessa origem, como seja, o símbolo da flor de lis, o uso do francês como 1ª língua e indicações em quilómetros e não em milhas.

7 – Aproximamo-nos da região de Québec ( província e cidade ), com capital de província em Montréal.

Na região do Québec, toda a gente fala ou entende duas línguas: o francês em casa e na família e o inglês na rua e no trabalho.

Québec é marcada por duas culturas ( francesa e inglesa ), com uma democracia parlamentar.

Por influência francesa, Québec tem uma boa gastronomia. Encontramos várias marcas da colonização francesa. Aqui, a flor de lis significa a francofonia. E a frase “Je me souviens” (“recordo-me”), presente na matrícula dos carros da província de Québec, significa que têm presente a sua origem francesa.

Verificamos, seguindo ao longo das estradas, indicações de muitos topónimos e sítios com nomes de santos, ligados à religião católica, como por exemplo: Saint-Pierre, Saint Louis, Sainte Sophie, Notre- Dame de Lourdes, Saint Edouard, Sainte- Croix, Saint- Flaive, Saint- Agapite, Saint- Apolinaire, Saint-Antoine, Saint-Nicolas, Saint- Redempteur, Saint-Georges…

Atravessa-se a Ponte de Québec, em ferro, sobre o rio S.Lourenço, ligando Montréal.

Em pleno mês de Agosto, chegamos à cidade de Québec debaixo de chuva. Mas a cidade é agradável e animada, cheia de turistas.

Uma larga percentagem dos habitantes de Québec , 70%, são de origem francesa. No total, são cerca de 700.000 habitantes.

Passagem pelo Bairro de Sainte Foi, onde estão os grandes centros comerciais e diversas lojas, de portas sempre abertas para o turismo.

A seguir, temos o Campus Universitário de Laval. Universidade de Laval é a mais importante do Canadá e a mais antiga da América do Norte, segundo nos foi informado. Foi criada pelos jesuítas no século XVI e, actualmente, oferece cursos de verão para milhares de estudantes estrangeiros.

Dormida no “Hotel the Fairmont le Château Frontenac”, no castelo que foi residência do governador da Nova França (Québec), o conde de Frontenac.

Prosseguindo viagem, surpreendemo-nos com os bonitos bairros de casas unifamiliares, feitas em madeira, pedra ou tijolos, todas com jardins bem cuidados.

 

Outra coisa que nos surpreende é vermos várias igrejas à venda ou para alugar. Bancos e empresas transformam-nas para serviços, lojas ou restaurantes.

Québec é uma cidade histórica e é património mundial. Foi fundada em inícios do século XVII, por Samuel de Champlain, perto do rio S. Lourenço.

Por isso, a zona histórica de Québec, o “Vieux Québec”, situa-se entre muralhas, junto ao rio S. Lourenço. As monumentais muralhas, com 4 portas, têm 5 quilómetros de extensão. Dentro delas, há bairros antigos e até palacetes.

Conservando o encanto da época colonial, Québec é a única cidade muralhada da América do Norte.

O rio S. Lourenço continua com uma grande importância estratégica e económica. Com um fundo de 3500 metros, é navegável até Montréal. A palavra “québec”, na língua nativa, significa o lugar onde o rio é mais estreito.

Continuando à descoberta da cidade, visita ao Palácio do Parlamento da província de Québec, com várias estátuas de bronze e belos jardins.

A seguir, percorremos o jardim de Joana d’Arc, com uma evocativa estátua equestre. Este jardim foi um donativo de um casal americano, encantado com a beleza da cidade, construído entre 1920 e 1930.

O Parque de Abraham situa-se numa colina, onde no século XVIII houve cerca de 800 ataques entres franceses e ingleses, pois o povo de Québec sempre desejou separar-se do resto do Canadá. Agora, é uma zona verde, pulmão da cidade, mas carregada de história.

Actualmente, a parte mais moderna da cidade de Québec vive sobretudo do funcionalismo, fazendo parte da classe média. Mais de metade dos habitantes da cidade são funcionários ligados ao Governo Provincial.

O patrono da cidade é S. Patrício. Québec City não tem praticamente emigrantes. Quase todos os residentes são anglo-canadenses.

8 – Prosseguindo viagem, chega-se a Montréal , considerada a cidade mais cosmopolita do Canadá. É também a capital cultural e da moda.

Montréal é uma grande “ilha”, com vários tipos de bairros. Há, por exemplo, o “Bairro dos Espectáculos”, de cinema e música, o “Cina Town” ou Bairro Chinês, os bairros para os desfavorecidos, os bairros universitários e o Bairro de S. Paulo, que é o mais antigo da cidade de Montréal. Vive, sobretudo, do turismo e do comércio. São famosos os festivais de música e de cinema, a corrida “Fórmula 1”, os desfiles de moda. Há imensas salas para música e outras artes em geral.

São também muito procuradas as lojas com variadíssimos artigos de pele de bisonte, de castor e de coelho.

 

O fundador da cidade foi Jacques Cartier, explorador francês. Actualmente, a cidade tem cerca de 3 milhões de habitantes, sendo 10% descendentes de italianos, gregos e portugueses.

O porto de mercadorias mais importante do Canadá situa-se precisamente em Montréal.

Relativamente a locais ou pontos de interesse turístico, deve-se visitar a Basílica de Notre Dame de Montréal, do século XIX e onde se realizam frequentemente festivais internacionais de órgão, com um ambiente muito especial, com música de fundo, tocada ao vivo pelo seu famoso órgão, de 7000 tubos e 29 tonalidades.

Outros locais de interesse são o Palácio das Convenções, a Praça de Armas, a Praça Cartier ( com a estátua do fundador de Montréal, séc. XVI), o Porto Velho, o Porto de Montréal, o Estádio Olímpico e o Parque Olímpico, de arrojada arquitectura, com centros de medicina desportiva e onde se realizaram os Jogos Olímpícos de 1976. Também vale a pena observar o Banco de Montréal, fundado no século XIX por ingleses, com belas estatuetas e colunas dóricas.

A cidade de Montréal tem ainda a particularidade de conter uma cidade subterrânea, com 29 quilómetros e auto-estradas também subterrâneas, para além de lojas, escritórios, hotéis, etc.

Montréal tem quatro universidades: 2 universidades francesas e 2 inglesas.

No Canadá, segundo nos foi informado, o ensino universitário é muito mais barato que nos E.U.A. No entanto, dum modo geral, os ordenados são mais altos. O salário mínimo no Canadá é de 10 dólares à hora, e sendo pago semanalmente ( 5 dias por semana) dá 1.600 dolares mensais.

Montréal é ladeada por dois rios e dois lagos. Há muitos bosques e são frequentes os bairros elegantes, com bonitas casas de três pisos (cave, rés do chão e 1º andar), sempre com jardins.

As rendas de casa são, no mínimo, de 750 dólares. A cidade vive sobretudo da indústria aeroespacial. Muita gente trabalha nesse sector. É bem paga e vive bem.

Esta impotante cidade de Canadá tem dois aeroportos, sendo o mais antigo, o aeroporto Pierre Trudeau.

Principais pontos de interesse visitados: Basílica de Notre Dame, a Praça de Armas, a Praça Cartier, o velho porto, o edifício da Câmara Municipal, o porto de Montréal, o estádio olímpico (1976) e o oratório de São José (séc. XIX). Destaque para o Parque Maison Neuve, junto à zona olímpica, com insectário, jardim botânico, museu de ciências naturais e campos de golfe e de lazer.

 

 

O Oratório de S. José tem a cúpula mais alta do Canadá. O edifício de escritórios mais alto do Canadá é o “Banco de Montréal”, embora a Torre CNN (“Canadian National Railways”) seja o edifício mais alto, mas é só para lazer.

9 -Partida, de manhã cedo, em direcção a Ottawa, a capital. Situa-se na Província de Ontário. Toronto é outra importante cidade da província de Ontário.

Pela cidade de Otawa passa o rio com o mesmo nome. Fica a poucos kilómetros da fronteira com os Estados Unidos. É uma cidade nova, pois foi fundada no séc. XIX.

Estradas sobre estradas, e belas paisagens que regalam os nossos olhos.

Há muitas superfícies de rios e lagos, como o grande lago das duas Montanhas.

Ottawa foi escolhida pela rainha Vitória da Inglaterra, para capital do Canadá, por estar perto de vários rios e lagos e da fronteira com os EUA.

A cidade tem duas zonas centrais distintas: a “Downtown” e o “Centre Ville”.

Visita panorâmica da cidade, salientando-se o Parlamento, a residência oficial do primeiro ministro e do Governador Geral do Canadá, os bonitos bairros residenciais, a Corte Suprema e o animado mercado das frutas e legumes.

Em Ottawa, diariamente, pode-se assistir a partir das 9 horas da manhã à “troca da guarda”, na zona do Parlamento. Trata-se de um belo espectáculo de tattoo militar, que toda a gente pode admirar, livremente, em frente ao palácio do Governador que data de 1867.

O Parlamento canadiano é constituído por duas câmaras: a “câmara alta” com os senadores escolhidos pelo primeiro ministro e a “câmara baixa”, constituída pelos deputados eleitos pelo povo. Trata-se, pois, de uma democracia parlamentar.

A chamada “Colina Parlamentar” reúne os escritórios dos deputados, o Parlamento, o Supremo Tribunal, o Banco do Canadá e o Ministério das Finanças.

Ottawa é uma cidade moderna, limpa e segura.

Indo ao Museu Canadiense da Civilização, toma-se conhecimento das raízes do Canadá. A principal sala deste museu é dedicada ao índio autóctone. Este museu foi concebido por um arquitecto canadiano, descendente de índios autóctones.

 

 

Outros sítios que vale a pena visitar: o Museu das Belas Artes, o Palácio da Moeda, onde se cunham as moedas e as medalhas comemorativas e ainda a avenida das embaixadas.

A Confederação do Canadá é constituída por várias províncias, com uma divisa. Cada província tem uma bandeira e uma capital, com um símbolo.

10 – Depois da visita panorâmica a Otttawa, partida em direcção à zona dos Mil Lagos ou Mil Ilhas. O nome “Mil Ilhas” foi dado pelos primeiros colonos franceses, exploradores do Canadá.

Foi muito agradável fazer um passeio, em cruzeiro e durante uma hora, sobre o rio S. Lourenço, a partir da vila ribeirinha de Brockville. Brockville tem uma marina desportiva e as casa têm plataformas de lançamento para o rio e embarcadouros privados.

O rio S. Lourenço é o quarto maior rio do mundo, pela sua grande quantidade de água. O grande canal navegável do rio S. Lourenço resultou de um projecto conjunto entre o governo canadiano e o governo americano e foi inaugurado em 1954.

Este canal é, segundo o guia que nos acompanha, o canal de água doce mais largo do mundo e faz fronteira com os EUA.

A zona é constituída por 40 ilhas, formando o grupo Brocksville e há mais de mil anos que são habitadas pelos índios.

Estas águas são bastante patrulhadas, tanto pelos guardas canadianos como pelos guardas americanos, para evitar a emigração clandestina.

Podem-se ver junto ao lago, bonitas casas. Algumas destas ilhas inseridas no grande lago são propriedade privada. Todas essas casa têm um barco à porta, são ajardinadas e ostentam uma bandeira canadiana, sempre hasteada.

Ao longo do canal fazem-se vários cruzeiros e por isso, há vários faróis.

Vinte e três dessas ilhas fazem parte do Parque Natural do rio S. Lourenço, desde 1914.

Além da beleza natural, há também riqueza na fauna. Há 240 espécies, sendo a mais especial, a garça negra. É também uma zona de intensa pesca desportiva.

O governo canadiano quer comprar mais ilhas para aumentar o Parque Natural. O Parque tem um parque de campismo e alguns serviços, proporcionando uma forma económica de passar o verão, pescando e tomando banho no lago.

 

11 - Após três horas de viagem, chega-se a Toronto, a mais populosa cidade canadiana, com 2 milhões de habitantes, aproximadamente. Só no centro, vivem um milhão de pessoas.

Toronto começou a desenvolver-se bastante nos anos 80 do século XX. É agora uma cidade enorme e moderna construída em vidro e aço, com vários arranha-céus e grande movimento

 

de veículos. Tem uma importante rua financeira, semelhante à rua dos bancos e finanças de Nova York.

Em visita panorâmica, destacam-se os edifícios da Câmara, do Parlamento Regional, da Universidade e ainda, Yorkville (o bairro boémio), City Hall (Casa do Povo), Forest Hill (zona residencial requintada) e o centro financeiro, onde se encontra a famosa Torre CN, construída em 1966.

O Bairro Financeiro é o centro moderno de Toronto. Na cidade, trabalham 40% dos emigrantes.

A praça da Câmara foi construída nos anos 60, em substituição do edifício mais antigo, com uma arrojada arquitectura idealizada por um arquitecto nórdico.

Na rua Yorkville, podemos encontrar podemos encontrar muitas lojas de luxo.

Observamos também o espectacular e moderno Museu Real De Toronto.

A zona da Universidade de Toronto, que á maior universidade do país, engloba vários edifícios e museus.

O Bairro Chinatown alberga as comunidades asiáticas, sobretudo de chineses

Vemos também o Palácio da Justiça, o bairro dos consulados, o bairro dos teatros, as companhias de seguros, grandes hospitais e institutos oncológicos e o bonito Parque da Rainha Vitória, do século XIX, em frente à Assembleia Legislativa.

De referir também, as fábricas e lojas de artigos em pele, o Banco Torto ( de estilo alemão), o Banco Real do Canadá (RBC), com 52 andares, inaugurado em 1995, com aplicações em ouro de 24 kilates e cristal nas janelas ( a partir do 4º andar), a Brookfield Place, com 2 torres desenhadas por Calatrava, o bairro gay, as redes de metro e eléctrico, as várias igrejas anglicanas e o grande estádio Center Roger.

De salientar, que a população residente no Canadá tem 52% de estrangeiros e só 48% são naturais do Canadá.

Depois, passando ao lado do lago de Ontário, junto à cidade, e em direção a Niágara, vemos muitas indústrias, vinhedo, armazéns e bairros para operários.

 

12 – Rumo a Niagara Falls, passando por Niagara on the Lake, uma pequena mas bonita cidade em estilo vitoriano e pela zona residencial e vitivinícola de Niagara.

E finalmente, as espectaculares cataratas do rio Niagara! E também o Lago Erie, que forma as cataratas do Niagara.

Depois de devidamente equipados, por causa da enorme massa liquída edm movimento, fez-se um passeio de barco, o “Maid of the Mist”, para vermos mais de perto as cataratas.

 

 

Almoço no “Skylon Tower”, uma torre panorâmica giratória, com vista privilegiada para a zona das cataratas.

Na cidade “Niagara Falls City” existe um casino, muito frequentado por chineses, paquistaneses e indianos. A produção de energia eléctrica e o turismo são as principais fontes de rendimento.

Junto ao Lago de Ontário, que nasce no rio S. Lourenço, depara-se com a chamada “rota dos vinhos”. É uma zona verde e fértil, com bonitos bungalows, com relvados bem cuidados.

Na zona dos Parques do Niagara, vive-se sobretudo da agricultura, em especial dos frutos e das vinhas. Mas no inverno, os vinhedos ficam cobertos de neve…

Destaca-se na cidade de Niagara Falls, o Jardim Botânico e a Escola Nacional da Energia Hidroeléctrica do Canadá.

Não esquecer que há duas Niagara Falls: uma americana e outra canadiana.

13 – Após exibição dos passaportes, passa-se para a cidade de Buffalo, através de uma ponte que serve de fronteira, sendo uma metade canadiana, outra americana e o centro pertence à ONU. Por isso, se vêem 3 bandeiras no meio da ponte; a bandeira americana, a bandeira canadiana e a bandeira das Nações Unidas.

A cidade de Buffalo é atravessada pelo rio do mesmo nome e pertence ao estado de Nova York. Foi fundada em finais do séc. XVIII.

Os extensos campos de milho, a perder de vista, comprovam que o milho é o principal produto agrícola da região.

Continuação da viagem, pelos Montes Apalaches, a caminho de Washington, atravessando o Túnel Allegheny, com o comprimento de 1,4 km.

Passa-se ao lado do estado de Ohio. O Vale de Ohio é muito fértil, sobretudo em milho e abundante gado leiteiro.

14 – Sobre o estado da Pensilvânia, por onde passa também a nossa rota, algumas particularidades, nomeadamente, não é permitido vender álcool ao domingo e na pequena cidade de Lancaster, vive a estranha comunidade Amish.

De um modo geral, a Pensilvânia é muito rica e fértil, com muitos lagos e rios. A agricultura é intensiva , com extensos vinhedos, árvores de fruta e milho.

Filadélfia é a maior e mais importante cidade deste estado.

Do estado da Pensilvânia, viaja-se em direção ao estado de Maryland, cuja capital é Washington e que também é a capital política e administrativa dos EUA.

 

 

15 – Viver em Washington é muito caro. Por isso, vêem-se na estrada muitos mais carros a virem do que a irem para Washington.

Washington tem 18 museus. O Museu Aeroespacial é o mais popular, à frente do Museu da Constituição, da Galeria Nacional, do Museu Indígena e de outros mais.

De salientar, que todos os museus americanos são grátis.

O maior teatro do mundo é em Washington, situado perto da zona dos museus e da Casa Branca.

Saindo do estado de Maryland, entra-se no estado de Virgínia. No meio dos dois estados está a capital americana. Cruza-se o rio Potomac, que limita os 2 estados.

Visita panorâmica guiada, começando pela zona da Casa Branca.

A cidade capital tem 50 avenidas, representando os 50 estados americanos. É servida por 3 aeroportos. O nome da cidade é em homenagem ao primeiro presidente dos EUA, George Washington (1732-1799).

O primeiro morador da Casa Branca foi John Adams (1735-1826). Foi referido que não se podem construir edifícios mais altos que o Capitólio e também que os aviões não podem sobrevoar a Casa Branca.

Há 3 monumentos importantes na cidade: o obelisco a George Washington, a estátua de Abraham Lincoln (assassinado em 1965 e promotor da abolição da escravatura nos EUA) e o Memorial a Thomas Jefferson (1743-1826), o terceiro presidente dos EUA.

É em Washington que estão os mais importantes departamentos governamentais , para além dos ministérios, da Casa da Moeda, e do complexo de museus.

O chamado “Triângulo Federal” abrange todos os edifícios governamentais. Várias câmaras de vigilância protegem os edifícios públicos e as principais ruas.

No Capitólio funciona a Câmara dos Deputados (573) e a Câmara dos Senadores (100). A construção do edifício do Capitólio iniciou-se em 1793 e em 1800 ocorreu aí a primeira reunião do Senado e do Parlamento.

Os jardins da Casa Branca têm o nome de Jacqueline Kennedy. O malogrado presidente J. Kennedy (1917-1963), está sepultado está sepultado no cemitério principal da cidade.

Segundo nos foi contado pelo guia local, foi um arquitecto francês quem planeou a cidade de Washington, com grandes avenidas e com os nomes dos diferentes estados dos EUA.

Aqui, os verões são quentes e húmidos e os invernos muito frios, podendo ir até aos 10 ou mais graus negativos.

 

Passamos por 2 grandes catedrais: a catedral nacional (S. Pedro e S.Paulo) e a catedral católica (S. Mateus).

Destaque para o grande complexo de Museus, que fica ao lado da zona dos grandes bancos.

Saliente-se que, por ano, 10 milhões de turistas visitam a cidade de Washington.

A Casa Branca foi mandada construir após a independência dos EUA, em 1776, para residência presidencial. O edifício principal apresenta-se em estilo neo-clássico. Actualmente, tem 6 pisos e 3 blocos, num total de 5.000 metros quadrados de área.

O Presidente vive no primeiro andar e trabalha na “Oficina Oval”, em estilo rococó. A “Casa dos Hóspedes”, junto à Casa Branca, tem 132 aposentos.

Há 3 pisos em baixo, no subsolo, com vários quartos de emergência, mandados construir pelo presidente Truman (1884-1972).Foi a esposa do presidente Kennedy quem remodelou a Casa Branca, como ela é agora.

Segundo nos foi dito , 8.000 pessoas trabalham diariamente na Casa Branca.

Visita ao cemitério de Arlington e túmulos da família Kennedy.

O cemitério de Arlington, que ocupa uma área de 240 hectares é um cemitério militar, para quem prestou serviço à pátria, mais de 5 anos .

Os americanos consideram uma honra estar sepultado no cemitério de Arlington. É como se fosse uma última homenagem aos heróis da Pátria.

Seguidamente, visita ao “Pentágono” e aos memoriais a Lincoln e G. Washington. O Pentágono é um edifício governamental de 1941. Nele funciona o ministério da Defesa americano, onde trabalham 28.000 pessoas.

Em 11 de Setembro, como é sabido, um avião atingiu partes do Pentágono. Foi depois erigido um memorial às pessoas que morreram nesse ataque terrorista. O já atrás referido rio Potomac passa ao lado do Pentágono.

O memorial a Lincoln, que aboliu a escravatura em 1863, é constituído por uma estátua de 100 metros de altura. Foi aqui, junto a este memorial que Martin Luther King (1929-1968) discursou, no dia 28 de Agosto de 1963.

O memorial a Lincoln está em frente ao memorial/obelisco dedicado a G. Washington.

O memorial em honra dos militares mortos na Guerra da Coreia e do Vietnam é constituído por um mural de 77 metros de altura. Só no memorial do Vietnam estão gravados 58.000 nomes de soldados americanos.

Há um grande parque à volta destes memoriais.

O memorial a Jefferson situa-se junto ao lago artificial, formado pelas águas do rio Potomac.

 

16 – Rumo a Nova York, fazendo a travessia que liga N.Y. a New Jersey.

Paragem na histórica cidade de Filadélfia, onde 13 colónias declararam a sua independência face à Inglaterra, em 1776.

A cidade de Nova York tem 12 pontes e vários túneis. Devido à proximidade, o aeroporto de Newark é comum a N.York e N. Jersey.

Para se chegar a N.Y. tem de se passar pelo túnel Lincoln, debaixo do rio Hudson, a 16 metros de profundidade. Este túnel foi construído na década de 1930, com 3 bocas, mais um outro túnel, dentro do túnel principal, para socorro de emergência. Foi construído num rochedo.

Cinco bairros e 4 ilhas formam a cidade de Nova York. É a cidade mais judaica dos EUA, sobretudo a zona do 2º bairro.

A comunidade judaica americana tem uma grande importância económica e financeira. Por exemplo, o hospital mais caro e avançado , o Hospital Monte Sinai. Também é relevante a transação de diamantes.

A ilha de Manhattan é a ilha mais importante de Nova York. A ilha foi comprada em 1626 pelo holandês Peter Minuit, aos índios, pelo valor de 24 dólares, em mercadorias.

É ladeada por dois rios, o rio Hudson e o rio East.

São emblemáticos o centro Financeiro, o Central Park, a Broadway, a Times Square, a estátua da Liberdade, o memorial das Torres Gémeas, o Museu judaico, entre outros sítios de interesse.

Prosseguindo, visita panorâmica comentada, com guia local, falando para o grupo de turistas em espanhol.

Manhattan parece a “capital do mundo”. A cidade está perfeitamente dividida por avenidas que se cruzam entre si.

O hotel “Sheraton”, na 7ª avenida, onde ficámos alojados durante 3 dias , está bem situado, perto da Broadway.

Em Manhattan, até encontramos um bairro especial, o Bairro Gay, onde se faz uma famosa parada “gay”, no último domingo de junho. Os bares “gay” demarcam-se com bandeiras coloridas , com as cores do arco-íris.

Muitas das pessoas que trabalham em Manhattan vivem noutros distritos ou estados, porque a vida aí é muito cara, impossível aí viver com um salário médio.

Em quase toda a cidade, há um constante movimento de táxis, os típicos táxis americanos , de cor amarelo torrado. Manhattan tem mais de 4.000 táxis.

Na 1ª avenida, temos o importantíssimo edifício da ONU.

 

Na 5ª avenida, sobressaem as grandes marcas internacionais. Na avenida Lexington, vemos o edifício “Chrysler”, um dos edifícios mais altos do mundo.

Na 8ª avenida, temos o “Centro Rockfeller”, com uma pista de gelo. É composto por diversos edifícios. É aqui onde é colocada a árvore de Natal, todos os anos.

Passa-se na Times Square e ao lado da famosa casa de leilões, “Christies”. A 8ª avenida é a mais larga avenida de Manhattan. Aqui, o custo de vida é muito caro. As rendas dos apartamentos são caríssimas.

Em seguida, temos o famoso Central Park, com 4 quilómetros de comprimento. O Central Park foi criado no século XIX.Tem 6 lagos, jardins botânicos e vária estátuas que embelezam o Parque. Aqui, já se fizeram várias filmagens. É frequente haver representações teatrais ou outras actividades artísticas.

Observamos a estátua a Cristóvão Colombo, a Torre da Liberdade (que veio substituir as Torres Gémeas), a “Trump Tower” e o edifício Dakota, de finais do século XIX, onde foi assassinado John Lennon.

Vários artistas viveram na zona do Central Park, como por exemplo, Marylin Monroe, Jacqueline Kennedy e John Lennon. O Central Park é o pulmão verde de Nova York.

Junto ao Central Park, há o Museu Judaico, o Museu da Fotografia, o Museu Salomon Gungenheim e o Museu Metropolitano, que é o maior Museu de N. York (contém a história de 3.000 anos da humanidade) e foi inaugurado no século XIX.A sinagoga de N.York situa-se em frente ao Central Park.

O Central Park tem a sua própria polícia, serviços de emergência e uma clínica com pessoal médico voluntário.

Avista-se também, o bairro Harlem, que era muito perigoso, mas agora está renovado. Este bairro está divididos em duas comunidades, a comunidade africana e a comunidade espanhola.

A 5ª avenida é uma das avenidas mais caras do mundo. Tudo é muito caro nesta avenida. Uma casa tem o preço médio de 18.000 dólares por metro quadrado. Nos edifício com rendas mais económicas, o custo aproximado é de 1.400 dólares. As lojas da 5ª avenida também são muito caras. Pagam, segundo informação do guia local, cerca de 1 milhão de renda.

As áreas de Soho e Chelsea, em Manhattan também são caras.

Nos EUA, o metro apareceu pela primeira vez em 1890, ligando a ilha de Manhattan ao resto do estado de Nova York.

Na 5ª avenida, temos o imponente “Empire State”, a Biblioteca Pública de NY, e o Museu do Sexo. O Parque Madison Square fica perto da 5ª avenida.

 

O estado de Nova York tem capital na cidade de Albany. É constituído por 5 distritos , com 4 ilhas, incluindo Manhattan e Bronx.

Manhattan é a ilha mais importante e populosa do estado de NY, com um milhão e meio de habitantes. Tem 22km de comprimento e 4 km de largura.

Para terminar, não se pode deixar de referir a estátua da Liberdade, o principal símbolo dos Estados Unidos da América. Está localizada na Ilha da Liberdade, na baía de Nova York e foi inaugurada em 1886.

 

17- Depois de vários dias intensos, auscultando a vida fervilhante dos americanos, regresso ao ponto de partida, ao aeroporto de Lisboa, depois de se passar pelos habituais e apertados meios de controle.

Confesso publicamente que apreciei mais as paisagens e o viver do Canadá.

Viagem inesquecível, com tanto para contar!

 

 

GM

publicado por viajeiro às 01:26
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